quarta-feira, 14 de setembro de 2011

"Montes de Tradições" 008 - Bessa 2010



Nascido e criado para desenvolver o equilíbrio entre os saberes e sabores de uma Arte!.
Nos últimos 16 meses, foram-lhe transferidos conhecimentos, e foi preparado para (com Nobreza), para marcar a diferença.
Possui a elegância e naturalidade do profissionalismo, e aromas a sabedoria e tradição.

Raramente um BOM TRABALHO é fruto do acaso. E no que a este diz respeito, cresceu e aprendeu com autonomia, sob a orientação e responsabilidade da "enóloga", Isabel Loureiro.


Obrigado a todas as pessoas que contribuíram para o nosso crescimento pessoal e profissional.
Somos o resultado da confiança e da força de cada um de vocês.
BEM HAJAM!

Aquela turma..! 008/Bessa-2010

(produzido por: "Região de Marca(da) do:" Centro de Formação Profissional do Sector Terciário do Porto)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Vinhos do Mundo ( há um Enófilo dentro de "qualquer" um de nós)

Israel, Terra de Guerras, Invasões, Martírios e Mártires. Terra de Povos, Religiões, Credos e Crenças. Terra de ninguém. Terra de todos. Terra de Vinhos.

Os vinhos Kosher podem ser comprados e bebidos pelo enófilo mais comum entre os comuns, já para o empregado de mesa é importante possuir "alguma" cultura Vinícola. Estes vinhos são sujeitos a rígidas regras Judaicas.Regras estas, que tem o seu início com o processo que vai desde a vindima das uvas até ao engarrafamento do vinho, do qual, tem que ser acompanhado por um Rabino ("não vá o diabo tecê- las...").
Assim não há o risco de "alguém" adicionar elementos proibidos pelo código Judaico. Outra condição obriga a que a maquinaria da Adega seja nova ou então muito bem lavada. Só assim este Vinho passa no exame final.
Em Portugal (Ribatejo), e a pedido de várias famílias (judaicas), e outras, o primeiro vinho tinto (chamado de; Ben Rosh) nasceu no Ano de 2004 à base das castas, Castelão e Piriquita.


"Discriminar é proibido e punido por lei"

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Assim a(s) História(s) até parece(m) outra(s) !

"e..., isto é importante para um empregado de mesa?"(chefe, Manuela M.)
Às vezes pensamos que na escola nada aprendemos de História ...., ensinaram-nos os nomes dos Reis, dos Rios, das Serras, falaram-nos das aventuras dos nossos Heróis do "passado", das grandes batalhas e conquistas!, dos nossos valentes "Marinheiros", que sem nada temerem, cruzaram Mares "nunca antes navegados", e passaram os "Cabos das Tormentas". Foi necessário "aviar" os Mouros, "recambiar" os Judeus, e é bom não esquecer que o nosso Colossal Património Culinário foi herança deixada por muitos desses Povos.

Com os Mouros ( além do trabalho) herdamos o saber cultivar Olivais e Laranjais.

E..., a quem será que devemos, o Massapão? e..., as Alheiras?. Não fosse pela expulsão dos Judeus, será que haveria Alheiras?.



E as técnicas de fumagem de Carnes e Peixes? Não tivessem sido os Romanos, que com a descoberta desta técnica, resolveram o problema "alimentar"das Legiões de César, e assim, descobriram uma forma de conservação dos alimentos. Será que, se não fosse por eles, hoje conheceríamos os Aperitivos Fumados?, e o Salmão Fumado?.

E, esta habilidade de fazer Vinho?, nos Séculos III e IV, naquela que hoje é a Região Demarcada do Douro, os Romanos já faziam o seu Vinho.


"Hoje é dia de vinho e mulheres, alegria e risadas. Véspera de sermões e muita água mineral."
(Napoleão Bonaparte)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Ser chefe, no feminino! ?(não é para "todas")

"Os mitos devem ser respeitados. Sempre! No entanto, não há "bela sem senão", ou seja, toda a regra tem excepção, e neste caso, o mito (aquele velho e gasto mito), aquele que diz: Para ser empregado de mesa, é só saber "pôr" pratos e copos em cima da mesa. É fácil. Esse mito, deve cair!. JÁ."

Em prol da defesa e honra do seu bom nome, urge a necessidade da qualificação e profissionalização do empregado de mesa, é importante possuir "ferramentas"de forma a que possamos contribuir para a valorização de uma Arte (tantas vezes esquecida...). A informação turística é sem dúvida uma "dessas ferramentas". O Porto é rico em recursos turísticos, cidade com história, que "respira" histórias.



Dizer que "O Porto, cidade portuguesa, situada a" ..., isso já "quase" toda a gente sabe!. As palavras têm outro sabor e a(s) historia(s) outro sentido quando apelamos aos nossos saberes e ..."sem armar um 31", sim!. (vai-se armar um 31), expressão portuense (da cidade onde se trocam os Vês pelos Bês), expressão conhecida internacionalmente. Nasceu fruto do "resultado" obtido, a quando da revolta de 31 de Janeiro de 1832, que teve como "palco principal" a rua 31 de Janeiro na cidade do Porto, e teve como objectivo a implantação da República em Portugal. O mesmo é dizer que: O Palácio das Cardosas é o grande Intercontinental do Porto!, é pouco! Foi e serviu de "porto de abrigo" a todos aqueles e aquelas que "fintaram" as balas, naquela "descida vertiginosa" da Rua 31 de Janeiro no dia em que no Porto se armou um 31 (pela primeira vez). Uma visita ao Mercado do Bolhão, talvez seja diferente sabendo que, só existe (talvez), porque naquele local, nada poderia ser construído. Pois quando o tentaram fazer, depararam-se com uma" Bolha" de Água, não uma Bolha de Água normal ... era enorme!. E como estamos na cidade dos "Bês", existe o Mercado do Bolhão!. Passear pelos jardins da, Praça do Marquês. É uma viagem ao passado da Cidade Invicta, ao tempo em que aqui era o Largo das Aguardentes, em 1832, durante o cerco do Porto era também uma fronteira onde se cobravam impostos pelas mercadorias que entravam na cidade. Foi assim até que o grande estadista (visionário) Português, o Marques de Pombal lhe atribuiu o seu nome próprio. O mesmo "Homem" fez daquela que é hoje a, Região Demarcada do Douro, a primeira Região Demarcada do Mundo. E é dessa Nobre Região que, "por entre vales e montes", chega ao Porto um "Guerreiro", (o Vinho do Porto). O Vinho do Porto repousa na "paz dos anjos" em sua casa (Caves do Vinho do Porto), lá, do outro lado do Rio Douro ( Vila Nova de Gaia). Porto, a cidade das Pontes, e o Porto nunca esquecerá a sua primeira Ponte (Ponte das Barcas), aquela que não resistiu à fúria dos incontroláveis soldados napoleónicos. Na Ribeira do Porto, o Poço das Alminhas! (das pessoas) da Ponte, "os anjinhos que guardam a casa do Néctar dos Homens e dos Deuses".

A primeira fase do saber,
é agradecer aos nossos professores.

por isso...; ("chefe"), Drª Manuela Mascarenhas, obrigada!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

1X2, Multiplicar, Somar..., 3,2,1, é só Subtrair, Aprender a Dividir, para depois...

Uma lição de Vida , para a Vida!









A Matemática está presente no nosso dia a dia, por vezes de forma explícita.
Quando olhamos o relógio para verificar as horas, quando fazemos compras, quando fazemos Capitações na preparação de um Cocktail, já estamos a exercitá-la.
Conscientes da importância da Matemática nas nossas vidas enquanto cidadãos e com a ajuda da formadora Magda Rocha, foi fácil perceber que a Matemática para a Vida é  fundamental no nosso crescimento profissional.


Esquecer não é fácil, para quem tem memória.


Obrigada por tudo, Drª Magda Rocha.


segunda-feira, 25 de julho de 2011

Festa dos sabores!

Iniciar um Almoço ou Brunch elegante, pelo Natal, pela Páscoa, um Jantar de Amigos, será sempre diferente se a tudo isso adicionarmos a cor dos Canapés. "Eles" são crocantes, salgados, cremosos, frescos, deliciosos e leves.


A origem do Canapé!

Canapés!? Então parece que foi assim: Canapé é o nome dado a pequenos, mas generosos, pedaços de mini tostas ou massa folhada cortados de várias formas e barrados com manteigas aromáticas, "patés" entre outras pastas. Por cima dessa base "pastosa" são colocadas pequenas quantidades de alimentos: queijos, carnes, peixes, vegetais, etc. Estes tipo de "projectos" de comida "chique" são normalmente "bem regados" pela bebida, o que contribui para que os famosos Canapés sejam salgados ou picantes, sendo um convite não formal à ingestão compulsiva das referidas iguarias.
A origem de tal original palavra "Canapé" surgiu num qualquer evento, na Grécia Antiga, quando um "pobre" cozinheiro Grego, "se viu grego", num qualquer serviço onde a comida não chegou, resolveu o "problema" servindo pequenos aperitivos que apelidou de "Konopeion", ou seja, "KONO" (PEQUENO) "PEION" (PROJECTO), logo os Canapés são um pequeno projecto.(Grego)

terça-feira, 19 de julho de 2011

O Mundo não muda os Homens, os Homens mudam o Mundo.

Cidadania e Empregabilidade é um módulo desta Formação que nos proporciona "ferramentas" fundamentais enquanto Homens,  Mulheres e cidadãos.
O nosso Planeta está a passar um mau bocado... precisa do Homem, precisa de todos nós. Dizem que a Terra precisa de ser habitada pelo Homem e que se assim não for a Terra morre, mas a verdade é que  o Homem é que precisa da Terra para viver... se assim não for o Homem morre!. Basta que a temperatura  global suba um pouco para que Países como a Holanda, cidades como Nova Iorque, Ilhas Paradisíacas e tudo desaparecerá, provocando perdas incalculáveis. O aquecimento global  vai provocar Milhões de Migrantes .
Entretanto o Homem continua a sua auto-destruição, rumo ao abismo. Continua a ser egoísta e apenas olha para o seu próprio umbigo, (como que se tudo aquilo que é mau só acontecesse aos outros), a "arma" da cidadania está na Família (em casa), onde cada Pai e Mãe devem ser para seus filhos os melhores amigos(as) sem nunca descorar que antes são PAI E MÃE.
Até porque "é de pequenino que se torce o pepino".

A recompensa do nosso trabalho não será o que nos pagarem por ele, mas sim aquilo em que ele nos transformar.

O nosso obrigado ao Drº Felix Costa!